2 de janeiro de 2011

Natal e Ano Novo

Antes de mais, UM FELIZ ANO NOVO PARA TODOS!
Espero que tenham todos tido um óptimo Natal, nem oportunidade de vir aqui desejá-lo tive.
Tenho umas saudades DOIDAS de cá vir postar coisas daquelas que nós gostamos, sua gente doida. Vou dedicar os proximos minutos a actualizar a minha leitura e consolar os meus olhinhos nos vossos blogues. Seja como for, a S. cá está para algumas (boas) novidades.

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Noite de Natal. Acabo de receber uma mensagem do H. como resposta à minha pergunta se já estava por perto. É costume meu e de mais algum grupo de amigos que, na passagem de dia 24 para 25, depois de estarmos com a família, nos reunirmos todos em casa de um de nós para algum convivio e troca dos nossos presentes.

Fomos até à garagem fumar um cigarro,sitio calmo às 4h e tal da manhã, ainda para mais na noite de Natal. Acabamos por nos sentar nas escadas da mesma, a conversar, cuja luz insistia em apagar de vez em quando, dando-nos uma perguiça aterradora de esticar o braço até ao interruptor. No meio de algumas gargalhadas, tonices e conversas cujo raciocinio ia ficando pelo meio, a vontade de acender a luz acabou por desaparecer totalmente, dando-nos um ataque de riso.

Estava mais ou menos encostada a ti. Estava frio, mas como lá estávamos à já umas quatro horas (o tempo passou a voar!) e já batiam as 7h da manhã no relógio, foi como se o à vontade crescesse, o sitio ficasse mais quente e acolhedor, como se estivessemos em casa. Já te conheço á uns anos, mas não tinha basicamente qualquer confiança contigo, embora nos encontrassemos todas as quartas e sábados no ginásio e eu conhecesse perfeitamente a tua mãe

Dei por mim a sentir a tua mão no meu joelho. Pouco liguei. Traduzi isso como conforto, estando nós no mesmo degrau das escadas. Se me passou algo pela cabeça? Passou, mas do pensamento à prática vai um bocado. Como me enganei... 1proximidade súbita faz-me pôr os pés na terra e pensar que algo se passava, algo iria acontecer, mas eras tu, e era tão estranho...Estavas de casaco de couro preto, calças de ganga claras e ténis, na tua simplicidade natural, vestimenta que para mim é mais que óptima.

No meio do escuro, estando o isqueiro a iluminar-nos de vez em quando devido ao facto de te estares a entreter com ele enquanto conversavamos, senti carícias tuas. Tanto comecei a tremer de nervosismo e surpresa como me sentia como um gato a ronrronar por dentro, a S. que à uns tempos não sentia no meu proprio corpo.

O barulho do teu casaco denunciou-te e dei por mim frente a frente a ti... Senti a tua mão no meu cabelo, a tua respiração próxima do meu pescoço... Começas a roçar os teus lábios nos meus, com movimentos suaves, sem pressa, como se de uma provocação se tratasse. Aproximaste-te mais a mim e fiquei literalmente entre ti e a parede, encurralada, como se submissa estivesse...Beijaste-me. Eu e tu, na noite de Natal, àquelas horas, sendo apenas a escadaria a nossa testemunha...

É incrivel como o escuro desinibe uma pessoa, como todo o pudor e tabu fosse quebrado. Todos os outros sentidos ficam mais apurados... Senti tão bem o teu toque, o teu beijo, o teu cheiro, ouvia cada ruído nosso, desde o teu casaco a deslizar na escada, aos sons suaves dos nossos beijos e à palpitação fo meu corpo por dentro, mas isso, era só eu que sentia. (Ou será que não?)

A intensidade sobe a cada segundo, cada beijo teu é mais forte, cada toque teu na minha pele é mais apertado e calorosamente intenso... Eu quero, tu queres, nunca pensamos nisso, mas afinal de contas, e então?

"H., isto é tão estranho..."
"Pensas demais, S.."
"Tento pensar, porque quando estiver fora de mim, vai tudo ao ar..."
"Então fica... Estás a ser a minha melhor prenda de Natal..."
"E tu a minha..."


Beijei-te. Não quis saber. Tirei-te o casaco, puxei-te pra mim. Levantaste.me e descemos os 3/4 degraus que nos separavam de solo firme, não parámos de nos beijar... Encostei-te à parede e como um movimento cirúrgico perfeito, tirei-te a camisola. Apalpaste-me as mamas em movimentos firmes e começei-me a roçar a ti, a sentir-te duro, a sentir que me querias, contigo a sentir que eu te queria...

Desapertaste-me o botão das calças e sorrateiramente me passaste os dedos, suavemente, pelas cuecas... Quero mais, dá-me mais... Tira-me isso, faz o que quiseres, dá-me o que eu quero... Assim o fizeste. Tiraste-me a camisola deixando-me só de soutien, que foi imediatamente posto à parte para mas beijares, as lamberes, as apalpares... Baixaste-me as calças e sentaste-me nas escadas. Abriste-me as pernas enquanto me beijavas e foste-me descendo pelo corpo até chegares ao meu auge... Lambeste-me o mel, como se dele dependesses, deste-me um momento inexplicável de extase e luxuria... Explodi por dentro.

Beijaste-me e deixaste-me sentir o meu sabor... Adoro senti-lo, adoro sentir o meu corpo tal como ele é. Permaneci sentada e levantaste-te, inocentemente convidando-me para ir ao encontro de ti... Desapertei-te as calças enquanto me olhavas nos olhos, uma vez que já estava a ficar de manhã e estava a escuridão um pouco clareada. Apalpei-te pelos boxers, sentindo-te teso e ouvindo um gemido tão leve, quase inaudível teu. Libertei-o e logo lhe comecei a dar as minhas carícias... As que só eu sei, as que nem tu sonhavas que te pudesse vir a fazer...

Lambi-te, chupei-te, como só eu sei e ADORO fazer... E deixaste-te levar por mim. Senti-te quente na minha boca, a pulsar. Agarraste-me suavemente nos cabelos, como se não quisesses que eu sentisse, para depois me dares um movimento firme e vai-e-vem em ti, como tu gostas, como tu queres... E aí, deixei-me eu levar. Sentia-te o gemido,a intensidade com que me puxavas o cabelo, como eu adoro...

"Não pares S., não pares... Dá
-lhe tudo, é todo teu..."


Esporraste-te na minha boca, senti-te o gosto, lambi-te todo, vagarosamente, para o sentires intenso... Tremias levemente, a tua mão agarrava-me o cabelo firmemente e olhaste-me nos olhos quando o orgasmo ainda te consumia... Que visão fantástica, que gozo que me dás... Dás o último gemido e baixas-te.

"Tu não existes..."
"Sabes que dia é hoje, H.?"
"É Natal."


Sorriste e deste-me um beijo, tal e qual como o primeiro.

6 comentários:

Desejo Evidente disse...

Perfeita manhã de natal...

O Alentejanito disse...

Bem...melhor prenda de Natal era impossível!!
Aparece mais vezes, fazes falta ;)
Beijos

El Solittario disse...

tu tinhas de abusar do pai natal,,,
ai tinhas, tinhas,,,
; )

beijo bom

O Santo Diabinho disse...

Ui...
Assim vale a pena, excelente prenda de Natal
;)

Beijos Intensos

Serge disse...

um Natal assim é bommmm ;)

bj doce

My Unsaid Secrets disse...

Desejo Evidente
Pode-se dizer que sim. Foi no mínimo, original! (:

O Alentejanito
Concordo, foi uma suropresa. Sim, vou fazer por isso ;)

El Solittario
Que se há de fazer? Eu lá escrevi a minha carta e, em vez das barbies e do pónei que pedi, trouxe-me isto! Lá tenho que me contentar (;

O Santo Diabinho
Vale sempre a pena, mas foi um bónus fantástico (;

Serge
Óóóptimooo (;